Debate sobre ciberjornalismo em Campo Grande

Uma contagem regressiva aponta para os 46 dias restantes para iniciar o 7º Congresso Internacional de Ciberjornalismo. Também acompanho essa contagem por ser a primeira vez que participarei deste evento, que ocorre todos os anos na cidade de Campo Grande.

Além de ter sido moradia do poeta Manoel de Barros (1916–2014), das poesias que tanto gosto de ler, a capital de Mato Grosso do Sul sedia um dos principais congressos sobre jornalismo digital no Brasil. Quase sempre acompanhava on-line e agora recebo o convite para ser um dos conferencistas do evento.

Este ano, participarei das discussões sobre “Ciberjornalismo e modelos de produção: appificação e desafio glocal”. No dia 6 de outubro, vou dividir a mesa com dois colegas: Eduardo Pellanda, professor da PUCRS e pós-doutor pelo MIT; e Caio Túlio Costa, executivo na área de comunicação digital e ex-jornalista da Folha de S.Paulo, além de ter sido o primeiro ombudsman da imprensa brasileira.

Vale ressaltar que este ano, o 7º Ciberjor contará também com a presença dos conferencistas Koldo Meso (Universidad del País Vasco), Denis Porto Renó (Unesp), Leão Serva (Folha de S.Paulo) e do pesquisador no campo de jornalismo digital, John V. Pavlik (Rutgers, the State University of New Jersey).

A organização é do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo (Ciberjor), surgido em 2008, quando meu orientador de doutorado, Prof. Dr. Marcos Palacios (GJOL/UFBA) participou do 1º Seminário de Ciberjornlaismo de Mato Grosso do Sul, na UFMS. Desde então, o evento ganhou contornos internacionais. Acredito que o debate será bastante produtivo.

Meus sinceros agradecimentos ao Prof. Dr. Gerson Martins pelo convite.